Publicação Mensal do Cordial Reino de Kelterspruf - Fevereiro de 2006


Notícias do Cordial Reino de Kelterspruf




Kelterspruf é reconhecido diplomaticamente pela URSS

O Cordial Reino de Kelterspruf já havia reconhecido, unilateralmente, a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, durante o final do mês de novembro de 2005. Entretanto, no final de janeiro de 2006, a URSS encaminhou nota oficial à Chancelaria Keltersprufense, enfatizando a formalização de contatos diplomáticos para com o CRK, gerando assim reciprocidade nas vindouras relações diplomáticas.

Conforme informado pela CRE (Comissão das Relações Exteriores) da URSS, assim que possível, as informações referentes à Kelterspruf, serão atualizadas o quanto antes. Diga-se de passagem, a própria lista de contatos diplomáticos de Kelterspruf também precisa ser atualizada, visando, por exemplo, remover nomes de algumas micronações extintas.

Participação Keltersprufense na MICROCON ainda é simbólica

Mesmo estando presente no Conselho Permanente da MICROCON, o CRK tem adotado - no momento presente - uma postura neutra. Prova disto é perceptível na última votação que compreendia a Lei Orgânica de Adamstown, bem como contemplava a nova versão da Carta de Princípios da MICROCON.

No tocante a aprovação de ambas propostas, era preciso ao menos 4 (quatro) votos favoráveis as mesmas. A nova Carta de Princípios contou com os suficientes quatro votos de integrantes da MICROCON (com uma abstenção da Delegação Keltersprufense), ao passo que na ausência de um voto, a Lei Orgânica não foi, aparentemente, sancionada. Todavia, a Delegação de Nova Belmont, a despeito de não ter participado da votação eletrônica, depositou voto favorável - em aberto - para ambas propostas, o que, no fim das costas, pode sim ter culminado na aprovação das mesmas.

Os motivos pelos quais o CRK está tendo uma participação ainda restrita, reporta-se, basicamente, ao recente ingresso, assim como pelo desconhecimento detalhado dos projetos da MICROCON. Com o passar do tempo, inteirando-se dos trabalhos realizados no Conselho Permanente, a Delegação Keltersprufense tentará, na medida do possível, contribuir da melhor forma nos afazeres daquela entidade.

SISK está atento aos "cyber-attacks"

O Serviço de Inteligência de Segurança Keltersprufense (SISK) possui dois agentes que estão bastante atentos aos últimos acontecimentos provenientes de "cyber-attacks". Ainda que um estrangeiro seja vitimado por ATVs (ataques terroristas virtuais), isto não impede a ampliação no procedimento de vigilância interno, objetivando salvaguardar os keltersprufenses.

Por menor que seja uma micronação, o serviço de inteligência - ou outro órgão semelhante - precisa estar preparado para auxiliar as autoridades competentes, por mais remota que seja a hipótese de um ATV. O Cordial Reino de Kelterspruf repudia com veemência o uso da força para coagir terceiros.

Há proposta - sem entrar em detalhes - em trâmite, visando a elaboração de um tratado que abarcaria o maior número possível de micronações, de modo que um micronacionalista que fosse vítima de um ATV e que fosse cidadão de micronação signatária deste prospectivo tratado, teria auxílio da parte de outras micronações. Em outras palavras, um "cyber attack" efetuado contra uma micronação signatária do tratado, seria entendido como um ataque a todos os signatários e, portanto, a resposta ao ataque seria extremamente dura, recorrendo inclusive as autoridades macronacionais, em caso de necessidade.

Cumpre ressaltar que o SISK - subordinado ao DRD - não tem força de polícia, por assim dizer, entretanto, os relatórios do SISK podem propiciar sim providências que serão executadas pelas autoridades (inclusive macronacionais) competentes, quando requisitadas. Em outra perspectiva, o CRK torce para que esta fase de ATVs cesse o quanto antes. Afinal, o diálogo é um recurso muito mais nobre e bem mais inteligente do que fazer valer o uso da truculência e da ignorância.

Propostas para encerrar a antiga lista oficial e limitar o número de cidadãos devem ser vetadas

O uso das listas de discussão está cada vez mais questionável, em Kelterspruf. Na antiga lista oficial do CRK, praticamente apenas Igor Mac Cord e Daniel Cabral conversam em lista, enquanto outros cidadãos preferem utilizar o Skype. Nas palavras do próprio keltersprufense Sir André Klutz, "podendo ver e falar pelo Skype, transformou o Yahoo Grupos numa tralha inútil". A manutenção da lista, ainda que não seja mais oficial, "poderia ser de cunho histórico", contra-argumentou Sir Mac Cord.

Ademais, torna-se necessário destacar que por melhor que seja o serviço do Skype, ainda há a dificuldade em gerar conferências com o maior número possível de cidadãos, de modo simultâneo, sem que não ocorra alguma "confusão" por conta de muitos desejarem falar ao mesmo tempo, ainda que já haja maior familiaridade com o software na atualidade, do que no começo das experiências com o Skype.

Outra discussão complicada diz respeito a limitação no número de cidadãos. A proposta original visava, no máximo, a permanência de 10 cidadãos, mas recentemente fora ampliada para 20 cidadãos. De qualquer forma, eliminar definitivamente a lista de registro histórico é menos provável do que a aprovação da limitação de ingresso no número de novos cidadãos. A alegação para a limitação seria a de garantir um melhor reconhecimento entre os cidadãos, ao invés de alguém ser apenas "mais um número nas estatísticas da micronação".





Notícias da Sociedade Intermicronacional


Micronações anglófonas discutem sobre a exploração do 'espaço aéreo'

O interesse em explorar o espaço aéreo não é, propriamente, uma novidade no cenário micronacional anglófono. Contudo, debates recentes sobre este tema, revitalizaram a vontade de outras micronações da sociedade anglófona a buscar desenvolver tecnologia, objetivando a exploração do espaço aéreo.

A Comunidade Imperial dos Estados de DeWaCo já realizou experimentos com balões e, de acordo com as declarações do C.O.S.M.O., iniciais da entidade anglófona denominada "Council Of Space Missions Organizations" (Conselho de Organizações das Missões Espaciais), DeWaCo faz uso não apenas de balões, mas também de foguetes (de uso, evidentemente, amador) e telescópios.

Enquanto a exploração espacial permanece uma situação utópica para o universo das micronações, a exploração do espaço aéreo, denota ser factível. Não há, por sinal, relatos de micronações lusófonas que tenham realizado pesquisas com respeito a este temário. Mas qual é o custo final para lançar balões de qualidade com gás hélio? Como seria delimitado o espaço aéreo que cada micronação, supostamente, tem direito? Estas e muitas outras indagações pairam nas mentes dos anglófonos.

Relevante ou não, o interessante a ser destacado é a busca pela atividade saudável. Cabe aqui esclarecer que não há aqui apologia - sob nenhuma hipótese - para que soltem balões "a torto e a direita". Mas é necessário reconhecer que há maior produtividade em trabalhos coletivos positivos, do que esta "troca de farpas" por que passam certas entidades micronacionais.

Viqueslândia emite selos macronacionais

No final de janeiro de 2006, SAR Príncipe Christopher I - do Principado de Viqueslândia - informou à todos da sociedade intermicronacional acerca do lançamento oficial da primeira emissão de selos de sua micronação.

O diferencial nos selos viqueslandenses é que os mesmos foram produzidos pelo Serviço Postal Canadense, de modo que o contrato entre SAR Christopher I e a Canada Post/Postes Canada foi, felizmente, bem sucedido. Maiores informações podem ser adquiridas na página web do Serviço Postal Viqueslandense.

Grão-Duque Travis abdica do trono de Westarctica

O Grão-Ducado de Westarctica, fundado em 2 de novembro de 2001, recentemente passou por uma mudança que nem mesmo o cidadão mais ativo daquela micronação poderia esperar. O então Grão-Duque Travis abdicou do trono em 14 de janeiro do ano corrente. Com sua abdicação, os afazeres do poder executivo passaram a ser de responsabilidade do Duque de Ravencroft, sendo que agora, o mesmo é denominado Grão-Duque Philip de Westarctica.

SAR Philip passa a integrar a composição da segunda dinastia a governar o Grão-Ducado de Werstarctica. A despeito de ser pouco conhecida entre os lusófonos, Westarctica detém reivindicação territorial em uma região do continente antártico que nunca teve qualquer reivindicação por parte de outras macronações, no setor compreendido entre 90 graus oeste e 150 graus oeste. Por este motivo, a micronação faz alusão ao lado ocidental da Antártica, no tocante ao nome da micronação (Westarctica).

De acordo com o Tratado Antártico de 1961, nenhuma nação do mundo pode deter possessão territorial na Antártica, entretanto, Westartica, no momento presente, alega o uso de "pesquisas científicas com fins pacíficos" para poder, algum dia - e oficialmente - estabelecer contatos diplomáticos com outras macronações. Aliás, o que não foi suficiente para impedir tentativas de conseguir o reconhecimento diplomático, por exemplo, da Ordem Soberana e Militar de Malta, ainda que aparentemente sem sucesso. Detalhes adicionais sobre Westarctica podem ser encontrados aqui.






Lista de micronações desconhecidas (ou pouco conhecidas)


  • República Democrática da Ilha de Oceânia: Clique aqui

  • Estado Mental Evrugo: www.evru.org (*)

  • Principado de Fantispa: Clique aqui

  • Império Romano: www.imperium-romanum.info.


    (*) Ao entrar no site, clique em Evrugo Mental State (ou Estado Mental Evrugo na opção de idioma em castelhano).


  • Expediente


    Editor: Igor Mac Cord
    Colaboradores: André Klutz, Fabiano Mendonça e Rafael Chiappane

    A Publicação Enfoque é distribuída sob autorização do Ministério Real das Comunicações do CRK. As opiniões expressas nesta publicação não representam, necessariamente, a posição oficial do Cordial Reino de Kelterspruf.


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