Kelterspruf inaugura IKMET
O Cordial Reino de Kelterspruf, recentemente, inaugurou o IKMET, ou seja, o Instituto Keltersprufense de Meteorologia. Com a proposta de a princípio apresentar, diariamente, as temperaturas, bem como as condições climáticas das províncias do CRK, não descarta-se também a proposição de apresentar-se igualmente (ou mesmo apenas) um resumo semanal com tais dados.
Abaixo consta uma tabela contendo a previsão do tempo para o próximo 25 de agosto do ano corrente, prognósticos estes relativos as províncias mais a capital (Kelterspruf City). Dados referentes as Ilhas macronacionais Paracelso e Spratley não constam nesta tabela.
|
IKMET - INSTITUTO KELTERSPRUFENSE DE METEOROLOGIA |
|
Províncias e Capital |
Condição Climática |
Temperatura |
|
Província do Rei |
Dia ensolarado |
Mín.: 24°C | Máx.: 30°C |
|
Província do Príncipe |
Dia ensolarado |
Mín.: 24°C | Máx.: 33°C |
|
Província Central |
Dia parcialmente nublado |
Mín.: 21°C | Máx.: 29°C |
|
Província do Norte |
Dia ensolarado |
Mín.: 23°C | Máx.: 29°C |
|
Província do Sul |
Dia parcialmente nublado |
Mín.: 22°C | Máx.: 29°C |
|
Província do Coral |
Dia ensolarado |
Mín.: 24°C | Máx.: 34°C |
|
Kelterspruf City |
Dia ensolarado |
Mín.: 23°C | Máx.: 30°C |
|
Ilhas Paracelso e Spratley |
Informação indisponível |
Informação indisponível |
DRD alerta para descoberta do primeiro trojan para Pocket PC
O Departamento Real de Defesa keltersprufense notificou os cidadãos e os estrangeiros presentes no CRK sobre o primeiro trojan para Pocket PC. De origem russa, este novo tipo de trojan detectado para Pocket PC foi batizado como Troj/Brador.A, Backdoor.Bardor.A e WinCE.Brador.a, dependendo do fabricante de antivírus. Classificado como de baixa periculosidade, atinge dispositivos com o sistema operacional WinCE 2.0 ou superior, da Microsoft, e processadores padrão ARM.
Para obter informações adicionais, recomenda-se visitar este link; disponível em língua espanhola.
CRK reafirma contatos diplomáticos
O Cordial Reino de Kelterspruf, durante o mês de agosto, reafirmou seus contatos diplomáticos com a República Federativa de Mallorca e com a República de Marajó. Por sinal, o Embaixador mallorquino - Sr. Daniel Lunardi - assim como o Embaixador marajoara - Sr. Filipe Augusto Sales Depardier - já estão presentes em solo keltersprufense.
Ainda com relação a República de Marajó, o Tratado de Kelterspruf City está sendo reavaliado em conjunto com o Cordial Reino de Kelterspruf, com o propósito de alterar-se (ou não) seu prazo de expiração.
|
Armas de Destruição em Massa: A Nova AgendaAutor: Vladimir Orlov (*)
As armas de destruição em massa representam uma séria preocupação perante a comunidade internacional e tem sido assim desde a década de 40 do século passado. Logo após a Primeira Guerra Mundial, o Protocolo de Geneva de 1925 já continha texto proibindo o uso de armas químicas e biológicas e, assim sendo, o advento das armas nucleares, com sua aterrorizante capacidade destrutiva, acarretou na proliferação das armas de destruição em massa de uma forma cada vez mais agravante após a Segunda Guerra Mundial.
Ademais, durante o período do pós-Guerra Fria, os riscos de proliferação das armas nucleares tem ampliado-se consideravelmente devido as tensões regionais, a dissolução da União Soviética, sem contar que existe uma maior facilidade quanto a disponibilidade de tecnologias sensíveis. Mais de dez países - oficialmente falando - possuem programas relacionados ao desenvolvimento de armas de destruição em massa e, provavelmente, mais outros dez países já dispõem de capacidade para tocá-los adiante.
Ao mesmo tempo, atores não-estatais (comunidades de organizações transnacionais criminosas e redes de terroristas internacionais) na atualidade já são vistos como tendo um papel mais crescente quanto ao acesso ilícito aos materiais de teconologia sensível. Após o 11 de setembro de 2001, o risco de assistir tais atores utilizando componentes de armas de destruição em massa como ferramentas para chantagear governos tornou-se um cenário real, ainda com baixa probabilidade, embora altmente significativa e com conseqüências desastrosas.
A comunidade internacional procura responder aos problemas e desafios de dois modos significativos. O primeiro deles diz respeito a elaboração de tratados internacionais multilaterais que objetivam prevenir a proliferação das armas nucleares, incluindo o TNP (Tratado de Não-Proliferanção de Armas Nucleares), a CAQ (Convenção de Armas Químicas) e a CAQB (Convenção de Armas Químicas e Biológicas). O segundo recurso é a formação de arranjos não-convencionais (isto é sem a presença de tratados), por meio de clubes e/ou associações que têm como propósito precaver a proliferação de tecnologias e equipamentos que poderiam ser utilizados por países que produzem armas de destruição em massa, ou mesmo atores não-estatais que desenvolvem armas de destruição e/ou sistema de entrega como, por exemplo, os mísseis balísticos, associados com tais armas. Estas organizações são: o Grupo da Austrália (tecnologia bioquímica); Comitê de Zangger e o Grupo de Provedores Nucleares (energia
nuclear), e o Regime de Controle da Tecnologia de Mísseis (RCTM).
A crescente percepção sobre o fato destes mecanismos serem inadequados para conter a proliferação de armas de destruição em massa, tem conduzido a procura por meios alternativos. Por outro lado, existe uma visível aproximação quanto a cooperação internacional no que tange o auxílio oferecido as ex-repúblicas soviéticas que possuem problemas de ordem técnico-financeira para cumprir seus acordos quanto a não-proliferação das suas respectivas arma de destruição em massa, o que levou o governo dos Estados Unidos a criar um robusto programa contra a proliferação em 2003.
O G8 (grupo dos sete países mais ricos, mais a Rússia) tornou-se efetivamente num dos mais importantes fórums para discussão sobre a proliferação de armas de destruição em massa, notadamente sua prevenção por intermédio de medidas que visam uma atuação cooperativa procurando a redução da ameaça de uso de armas de destruição em diferentes partes do globo terrestre, começando pelas ex-repúblicas soviéticas. Em junho de 2003, o G8 lançou o Programa de Parcerial Global Contra a Propagação de Armas e Materiais de Destruição em Massa. Desde então, aproximações de cunho cooperativo para com a prevenção da proliferação tem demonstrado a eficiência do programa anteriormente mencionado, mesmo que muito ainda precisa ser feito.
Este é um breve trecho do artigo de Vladimir Orlov, contendo algumas adaptações. (*) Vladimir Orlov é o Diretor-Fundador do Centro Moscovita de Estudos Políticos e membro do Centro de Política de Segurança de Genebra.
|